A nossa equipa
Carlos Capelo
Vice-Presidente
Dr. Jenny Yip
International Relations
Filipa Capelo
Marketing e Redes Sociais
Joana Dantas
Designer
Patricia Gonçalves
Designer
Daniela Boino
Web Designer e Setup do Site
Florencia Damico
Web Designer
Paulo Sousa Marques
Presidente
Miguel Marques
Vice-Presidente
A História do Miguel Marques e da POCDF
Portugal apresenta uma taxa de prevalência da Perturbação Obsessivo-Compulsiva (POC) consideravelmente elevada. Atualmente, estima-se que 1 em cada 20 portugueses seja afetado pela POC. Uma estimativa que contrasta com a média de 1 em 100 americanos nos Estados Unidos, por exemplo, onde a condição é amplamente mais reconhecida. [1][2]
Em média, quem tem POC consulta entre três a quatro terapeutas e podem demorar até 12 anos para obter um diagnóstico preciso.[3][4] Além disso, estudos indicam que os pacientes com POC podem esperar cerca de dois anos até receber o tratamento adequado, pelo que, consequentemente, muitos vivem sem conhecimento da sua condição ou recebem cuidados que não são os mais adequados. [4]
A insuficiência de apoio especializado também tem um papel nesta problemática. Apesar de a maioria dos psicólogos e psiquiatras estarem familiarizados com a POC, poucos possuem conhecimento aprofundado sobre as práticas de tratamento mais eficazes a nível internacional, e ainda menos são especializados nesta condição específica.
Por estes motivos, a necessidade de apoio a quem lida com a POC é imperativa e foi o que motivou a criação da POCDF.
Portugal apresenta uma taxa de prevalência da Perturbação Obsessivo-Compulsiva (POC) consideravelmente elevada. Atualmente, estima-se que 1 em cada 20 portugueses seja afetado pela POC. Uma estimativa que contrasta com a média de 1 em 100 americanos nos Estados Unidos, por exemplo, onde a condição é amplamente mais reconhecida. [1][2]
Em média, quem tem POC consulta entre três a quatro terapeutas e podem demorar até 12 anos para obter um diagnóstico preciso.[3][4] Além disso, estudos indicam que os pacientes com POC podem esperar cerca de dois anos até receber o tratamento adequado, pelo que, consequentemente, muitos vivem sem conhecimento da sua condição ou recebem cuidados que não são os mais adequados. [4]
A insuficiência de apoio especializado também tem um papel nesta problemática. Apesar de a maioria dos psicólogos e psiquiatras estarem familiarizados com a POC, poucos possuem conhecimento aprofundado sobre as práticas de tratamento mais eficazes a nível internacional, e ainda menos são especializados nesta condição específica.
Por estes motivos, a necessidade de apoio a quem lida com a POC é imperativa e foi o que motivou a criação da POCDF.